terça-feira, 6 de março de 2018




Fúria no trânsito 

Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma batida. Saem dos veículos arrebentando as portas. Olhares ferozes. Torsos inclinados para a frente. Mãos crispadas. Batem boca. Bastaria mudar o cenário, trocar os ternos por peles e entregar um porrete para cada um. Estaríamos de volta à pré-história, Poucas atividades humanas despertam tanto o espírito selvagem como a guerra no trânsito. 
Tenho um amigo de fala mansa, calmo e sensato. Outro dia estávamos no carro. Chuviscava. O suficiente para que os carros entrassem numa luta desenfreada no asfalto. Cortadas súbitas. Buzinas. Ele passou a costurar por todos os lados. Fomos ao Morumbi Shopping. Havia uma fila para o estacionamento vip (quem almoça em alguns restaurantes de lá tem direito a manobrista gratuito). 
- Um idiota está parado lá na frente - ele anunciou.
- Por que idiota? Você não sabe o motivo ... - comecei a dizer. 
Não pude terminar a frase. Agarrei-me ao banco. Ele atirou o carro para a direita. O da frente fez o mesmo. Para não bater, meu amigo jogou o seu sobre o canteiro. Veio a pancada. O pneu arrebentou. O veículo parado mexeu-se, vagarosamente, e partiu. Meu amigo esbravejou. Trocou o pneu. Depois foi a uma borracharia, onde acabou brigando também. Passou o resto do dia num humor de cão. Telefonou: 
- Tudo por culpa daquele imbecil! 
Argumentei: 
- Você não sabia o motivo de o carro estar parado. A pessoa podia estar se sentindo mal. Pense. Por causa de alguém que não conhece, você quase amassou o carro, arrebentou seu pneu e está furioso. Como permite que um desconhecido faça tudo isso com você? 
Silêncio sepulcral. Depois, ouvi um clique do telefone sendo desligado. 
Costumo dirigir devagar. Quando vou para o Litoral Norte é uma tortura. A estrada só tem uma pista, com muitos locais de ultrapassagem proibida. Tento me manter na velocidade exigida pelas placas. Adianta? Alguém sempre gruda em mim. Volta e meia, quando ultrapassam, ouço me xingarem. 
Nestes tempos politicamente corretos, já não se ouvem tantos gritos do tipo: 
- Ô dona Maria, vá pilotar fogão! 
Entretanto, existe, sim, um preconceito contra mulher ao volante. Confesso que também já tive. Hoje, às vezes passo por uma senhora dirigindo em paz. Alguém do meu lado reclama: 
- Olha lá, empatando o trânsito. Só podia ser mulher. 
Lembro que as seguradoras costumam cobrar menos de motoristas do sexo feminino. Causam menos acidentes. Há algum tempo uma amiga bateu em uma moto. Teve de se trancar no carro enquanto um bando de motoqueiros solidários com o acidentado chutava seu carro. Foi resgatada pelo socorro. Detalhe: o culpado era o motoqueiro. Ninguém se machucou. Ela voltou para casa apavorada. 
Soube de um rapaz que certa vez foi fechado numa grande avenida. Gritou: 
- Safado, você vai ver! 
Seguiu atrás, buzinando. O outro tentava fugir, ele perseguia. Deu uma superfechada, obrigando o carro a parar. Saiu furioso, pronto para a briga. Aproximou-se. 
No banco do motorista estava uma senhora idosa, tremendo de medo. Ele caiu em si. 
- Parecia que eu estava em um filme, me assistindo. 
Gaguejou. Pediu desculpa. Partiu. 
No dia seguinte, vendeu o carro. 
- Não confio em mim mesmo ao volante. Eu me torno outra pessoa. Prefiro não dirigir. 
Claro que não é uma receita para todo mundo. Para ele, funcionou. Anda de ônibus, táxi ou metrô. Sente-se feliz. Como se tivesse abandonado a pré-história e, finalmente, ingressado na civilização. 

CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: 
crônicas do cotidiano. São Paulo: Moderna, 2010. p. 121-123.

1. A crônica narra um flagrante da vida no cotidiano, e o fato relatado pode ser verídico ou fictício.
a) Observe que a crônica em estudo apresenta uma certa dose de humor, em razão do conteúdo abordado. Em que fato do dia a dia o autor se inspirou?
b) Qual é a crítica feita pelo cronista no primeiro parágrafo do texto?

2. É comum haver trechos descritivos inseridos em narrativas.
a) O que o narrador visou destacar na descrição presente no primeiro parágrafo?
b) Em sua opinião, há exagero quando o narrador compara o comportamento dos que dirigem com violência a seres humanos da pré-história? Esclareça sua resposta.
c) Apesar de a cena descrita apresentar características que não traduzem propriamente o humor, que trecho nos parece cômico?

3. A partir do segundo parágrafo, o narrador passa a contar o caso real de um amigo, que serve de exemplo para o que ele afirmou antes.
a) Observe que, segundo o narrador, o amigo tinha um temperamento tranquilo. Como se explica a mudança de atitude desse amigo ao dirigir o carro?
b) Há pessoas que, mesmo sendo controladas, assumem um comportamento diferente ao volante. Por quê?

4. No diálogo inicial entre os dois amigos, é possível perceber a irritação do motorista.
a) Por que a reação dele e do motorista do carro à frente parece engraçada?
b) Mesmo com um passageiro no carro, o amigo continua agressivo na direção e se enfurece ao colidir e estragar o pneu. O que o narrador quer demonstrar ao relatar as consequências da batida?
c) Nem mesmo o argumento do narrador consegue acalmar o amigo. As considerações que ele faz, na conversa com o motorista, lhe parecem sensatas? Esclareça sua resposta.
d) O próprio narrador conta suas experiências como motorista. Ao contrário do amigo, ele dirige dentro dos limites de velocidade, mas isso parece irritar outros motoristas. O que você pensa a respeito dessa atitude de os motoristas pressionarem aquele que dirige dentro dos limites?

5. Apesar de ter diminuído, o preconceito contra a mulher no trânsito continua existindo. De acordo com o texto, que fato toma evidente que as mulheres são competentes ao dirigir?

6. Outro fato narrado na crônica em estudo se refere à atitude desastrada de um jovem motorista, ao ser fechado pelo carro de uma idosa. A decisão de abandonar o volante, tomada por ele após essa situação, constitui uma medida adequada ou radical? Justifique sua resposta.

7. No texto, foi empregada a norma culta da língua, mas há momentos em que prevalece a informalidade. Dê exemplos e explique o emprego da linguagem informal na crônica.

8. A crônica pode estar mais próxima da literatura - e nesse caso a linguagem é subjetiva, pessoal- ou do jornalismo - quando a linguagem é mais objetiva. Na crônica em análise, os fatos são narrados de maneira mais literária ou jornalística? Esclareça sua resposta.

9. Ao criar seu texto, o cronista tem um ou mais objetivos. Identifique o(s) objetivo(s) dessa crônica.
(  ) Explicar o comportamento humano.
(  ) Divertir ou entreter o leitor.
(  ) Alertar o leitor sobre situações perigosas.
(  ) Fazer o leitor refletir criticamente sobre a vida.

10. Ao registrar uma situação do cotidiano de forma simples, coloquial e breve, o narrador não só produziu humor, como também fez uma crítica social. Como se pode confirmar essa característica na crônica em estudo?

Concluindo: 
Crônica humorística é uma narrativa curta e leve, baseada em fatos do cotidiano, reais ou imaginários, cujo objetivo é divertir o leitor e fazê-Ia refletir.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

PROJETO : Era uma vez no nono ano...


            O “era uma vez...” permite o contato com o mundo da fantasia, liberando a imaginação e facilitando seu exercício. (Regina Machado)




IDENTIFICAÇÃO

o   LOCAL: ESCOLA Municipal de Ensino Fundamental Oswaldo dos Reis
o   PÚBLICO ALVO: ALUNOS DO 1º  ao 5º ano
o   TEMA: Contação de Historia
o   AUTORES: PROFESSORA DE LÍNGUA PORTUGUESA E BIBLIOTECÁRIA
o   DURAÇÃO: DOIS MESES


                                             Justificativa
            Buscando estratégias em relação às metodologias que utilizam a ludicidade para a promoção da aprendizagem, a E.M. E.F. Oswaldo do Reis, na Área de Língua Portuguesa e com auxílio da Bibliotecária, decidimos trabalhar o tema relacionado à contação de histórias com intuito de  ensinar a arte da narração de histórias, objetivando uma reflexão por parte dos alunos sobre a importância desse ato milenar. A falta de ações garante-lhe muitas vezes o fracasso na comunicação com os alunos, no estabelecimento da relação afetiva propícia à aprendizagem e outros fatores relevantes para o processo educativo. Assim, é fundamental buscar novas alternativas metodológicas que possibilitem ao professor o desenvolvimento de habilidades e competências para trabalhar com a linguagem seja escrita ou oral e, através destas, garantir o acesso dos alunos à cultura, como um bem universal a ser usufruído e desencadeador da produção de novos conhecimentos.


APRESENTAÇÃO
 A alegria de contar histórias
           
            As histórias são patrimônios da humanidade e é ouvindo estas por um bom contador que se pode transportar para vários mundos imaginários. Pensando nesse desenvolvimento de ouvir e (re)criar do aluno, que pretendemos por em prática através do projeto ‘’ERA UMA VEZ NOS NONOS ANOS’’ como uma maneira de contribuir ao desenvolvimento cognitivo. As aulas serão baseadas em experiências dos próprios alunos etc. E dessa forma, o currículo será contextualizado e interdisciplinado, e as histórias envolveriam os conteúdos, de acordo com cada uma que fosse contada.

Contar histórias é atividade muito antiga. Até os profetas já falavam dela. Assim, o mais importante que o homem acumulou de sua experiência foi sendo comunicado de indivíduo a indivíduo, de povo a povo. Contar em latim é computare, abreviado de comptare, do qual se originou o vocábulo francês compter. Então contar é o compito ou conto dos fatos (GÓES, 1991, p.125).



            Contar história desenvolve as possibilidades de apreensão dos significados do mundo em que os jovens estão inseridos. Este projeto pode auxiliar na aprendizagem por apresentar características únicas de descontração, atenção, alegria entre outras tantas habilidades que possam fazer o aluno apreender o sentido das coisas pelo modo lúdico. Sobre isso, Abramovich, diz “O ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatralizar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo (a mesma história ou outra). Afinal, tudo pode nascer dum texto criar asas e estimular a aprendizagem” (ABRAMOVICH, 1994, p. 23).
            Ou seja, tanto a criança quanto o jovem desenvolve-se seu ser se for estimulada exteriormente e a contação de história viabiliza esta interação colocando ambos em confronto consigo mesma para distinguir o real do imaginário. Dentre as habilidades desenvolvidas pelos mesmos através do que houve nas histórias são destacadas por Dohme (2005, p.19) alguns aspectos relevantes, tais como:


Caráter:as histórias com heróis, conteúdos que proporcionam lições de vida, fábulas em que o bem prevalece sobre o mal. Por meio das histórias, principalmente, os meninos se defrontam com situações fictícias e com isso adquirem vivências e referências para montar os seus próprios valores;
Raciocínio: as histórias mais elaboradas, os enredos intrigantes, agitam o raciocínio da criança e do jovem;
Imaginação: o exercício da imaginação traz grande proveito aos jovens, porque atende a uma necessidade muito grande que eles têm de imaginar. As fantasias não são somente um passatempo; elas ajudam na formação da personalidade na medida em que possibilita fazer conjecturas, combinações, visualizações como tal coisa seria “desta” ou de “outra” forma.
Criatividade: uma vez que a criatividade é diretamente proporcional à quantidade de referências que cada um possui, quanto mais “viagens” a imaginação fizer, tanto mais aumentará o “arquivo referencial” e, conseqüentemente, a criatividade.
Senso Crítico: as histórias atuam como ferramentas de grande valia na construção desse senso crítico, por meio delas os alunos tomam conhecimento de situações alheias à sua realidade, uma vez que podem “navegar” em diferentes culturas, classes sociais, raças e costumes.
Disciplina: é entendida como aceita e praticada espontaneamente pela criança/jovem e não como algo imposto inquestionavelmente pelo educador. No momento que se trabalha com o que realmente gosta, quando sente que foi preparada especialmente para elas, as chances de se ter posturas atentas e participativas aumentam muito.


É com essa perspectiva que o projeto ‘’ERA UMA VEZ NOS NONOS ANOS’’ visa contribuir na formação dos alunos, seja na formação de novos leitores, seja como cidadãos etc.
É bom saber que uma história bem contada surpreende as pessoas, tem o poder de quebrar a rotina e trazer a magia à tona; estimula-se a criatividade, rompem-se barreiras, desvendam-se mistérios, abrem-se portas e pode ser tão especial e marcante para o ouvinte que chega a influenciar na sua maneira de pensar e agir.
            E sobre este encantamento , novamente o autor afirma,“Para contar uma história é preciso saber como se faz, afinal podem se descobrir sons e palavras novas, e por isso é importante que se tenha uma metodologia específica. É preciso que quem conte, crie um clima de envolvimento, de encanto, e saiba dar pausas necessárias para que a imaginação da criança – afinal de contas os alunos dos 9º anos , irão contar histórias principalmente para crianças – para que elas possam ir além e construir seu cenário, visualizar seus monstros, criar os seus dragões, adentrar pela sua floresta, vestir a princesa com a roupa que está inventando, pensar na cara do rei... e tantas outras coisas mais...” (ABRAMOVICH, 1994, p. 20). Daí a necessidade de se planejar bem todos os passos desse projeto, desde à apresentação à execução das tarefas.    

       


OBJETIVO GERAL


                       Utilizar-se da leitura, através da contação de histórias, como metodologia para o desenvolvimento dos sujeitos e melhoria de seu desempenho escolar, respondendo a necessidades afetivas e intelectuais pelo contato com o conteúdo simbólico das leituras trabalhadas.


                            

  OBJETIVOS ESPECÍFICOS


  • Valorizar  o livro como fonte de conhecimento e entretenimento;
·          Propiciar conhecimentos e reflexão as diversas formas de se trabalhar com crianças  e adolescentes;
·          Enfocar o ato de contar história como uma das possibilidades de se criar vínculos afetivos, transmitir valores, estimular a aprendizagem e desenvolver a imaginação.
·         Formar leitores desde cedo e valorizar a escuta de histórias;
  •  Oportunizar momentos prazerosos em grupo;
  • Enriquecer o imaginário, ampliar o vocabulário, além de familiarizar a criança e o jovem com a leitura;
  • Apropriar–se de histórias de seus antepassados para compreender o presente;
  • Entender, analisar criticamente e contextualizar a natureza da linguagem como fonte de transmissão de conhecimento;
  • Identificar-se como usuário e interlocutor de linguagens que estruturam uma identidade;


                                                          METODOLOGIA
        Contar história é uma forma de o homem dar continuidade a sua cultura, suas descobertas sua espécie. A metodologia do projeto foi realizada nas aulas de língua portuguesa e contará com as seguintes atividades.
        O primeiro passo foi divisão das equipes de trabalho. Cada equipe ficará responsável por uma turma do 1º ao 5º ano   e com livros escolhidos pelas professoras dos anos iniciais.
        O segundo passo foi pesquisar como se faz uma contação, o que seria usado para tal apresentação.
        No terceiro passo iniciaram os ensaios.
        Algumas fontes serão consultadas, como: livros (visitas à biblioteca escolar), internet.
       Cada  equipe vai usar: cartazes, fantoches, figurinos, instrumentos musicais etc.
     
     E, por fim a realização do evento que contará com a presença de crianças da escola. Os integrantes de cada grupo se sentarão juntos, e as crianças se distribuirão entre os grupos. Sempre que for contar uma história, o grupo deve apresentar qual é a origem de sua história. Se preferir, cada grupo escolhe como prefere contar as histórias: sentado, em pé, no centro da roda etc.
Dicas importantes para os contadores de histórias:

* Para começar a história o contador pode se utilizar de recursos como: cantar uma música, ler um poema, acender uma vela, tirar um pequeno objeto de um baú ou simplesmente sentar-se em silêncio;
* Um bom contador de histórias tem que ter sempre várias delas na ponta da língua;
* Recomenda-se que o contador aprenda a idéia central da história;
* Um bom contador é fiel a história usando suas próprias palavras, com naturalidade e de um jeito só seu.
* A voz assume grande importância no ato de contar histórias;
* Uma narrativa interessante, que envolve todos, se faz com o uso de recursos vocais de modulação de voz (sons mais graves e mais agudos), variação de intensidade (falar mais alto e mais baixo), onomatopéias (sons de vento, chuva, relógio, etc.). Essas variações vocais dão movimentos à palavra e ritmo à narrativa;
* Música e instrumentos musicais podem ser usados para complementar a narrativa, estimulando a audição de maneira diferente do texto.
* O olhar do contador estabelece um vínculo com seus ouvintes. O olho no olho é fundamental, é com o olhar que o contador pesca seus ouvintes;
* Manter a coluna ereta, não ficar balançando os pés, não coçar o nariz ou ficar arrumando muito o cabelo durante a narrativa!



PARA COMEÇAR A HISTÓRIA

“Há muito tempo atrás, na terra dos sonhos...”
“Há muito tempo atrás antes de qualquer um de nós ter nascido...”
“Em uma terra muito distante daqui...”
“Meu avô me contou esta história...”
“Neste livro tem uma história...”


E PARA TERMINAR A HISTÓRIA

“E essa, meus amigos, é a história...”
“Essa história é real, e se não fosse deveria ser...”
 “Essa história acabou, e quem quiser que conte outra...”

                                    CRONOGRAMA MÊS DE ABRIL

MATUTINO


VESPERTINO







DIA
AULA
TURMA
DIA
AULA
TURMA
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Avaliação
            Pretende-se realizar o presente projeto partindo do pressuposto de que a ação de contar histórias deveria ser utilizada dentro do espaço escolar, não somente com seu caráter lúdico, muitas vezes exercitado em momentos estanques da prática, como a hora do conto ou da leitura, mas deveria adentrar a sala de aula, como metodologia que enriquece a prática docente, ao mesmo tempo em que promove conhecimentos e aprendizagens múltiplas.
E mediante a hipótese levantada, espera-se que estimulando as crianças e os jovens a imaginar, criar, envolver-se é um grande passo para o enriquecimento e desenvolvimento da personalidade. Por isso que é de suma importância a contação de histórias, onde esta pode interferir positivamente para a aprendizagem significativa, pois o fantasiar e o imaginar antecedem a leitura.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    
ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Loyola, 2006.

ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 1994.

COELHO, N. N. Literatura: Arte, Conhecimento e Vida. Petrópolis: Fundação Petrópolis, 2000

DOHME, V. Técnicas de Contar Histórias. São Paulo: Informal Ed., 2005.

FONSECA, Adriana Beatriz da Silva. “Era uma vez...”: o contar histórias como prática educativa na formação docente. Uberaba: UNIUBE, 2004. Dissertação de Mestrado

GAUTHIER, C. Por uma teoria da Pedagogia. Rio Grande do Sul: Unijuí, 1998.

GOÈS, Lucia Pimentel. Introdução a Literatura infantil e juvenil. 2ª ed. São Paulo: Pioneira, 1991

KIERAN, E. O uso da narrativa como técnica de ensino. Lisboa: Dom Quixote, 1994

MACHADO, R. Conto de tradição oral. São Paulo: FDE, 1994.

MADEIROS, L. S. Leitura no Primeiro Ano das Séries Iniciaisuma construção de significados. Disponível em:http://www.pedagogia.com.br/artigos/leitura.
Acesso em 14 out. 2009.

PRIOLLI, J. Fraldas e livros. Nova Escola. Edição Especial Leitura, nº 18. São Paulo: Abril, 2008.

STEFANI, R. Leitura que espaço é esse? Uma conversa com educadores. São Paulo: Paulus, 1997.

VERDINI, A. S. A sala de aula como espaço de leitura significativa. Leia Brasil.2006. Disponível em: http://www.leiabrasil.org.br/doc/doc_suporte/leitura_significativa.doc.


Fúria no trânsito  Existe uma forma simples de avaliar o grau de evolução do ser humano. Basta observar dois sujeitos após uma bat...