PROJETO : Era uma vez no nono ano...
O “era uma vez...” permite o contato
com o mundo da fantasia, liberando a imaginação e facilitando seu exercício.
(Regina Machado)
IDENTIFICAÇÃO
o LOCAL: ESCOLA Municipal de
Ensino Fundamental Oswaldo dos Reis
o PÚBLICO ALVO: ALUNOS DO 1º ao 5º ano
o TEMA: Contação de
Historia
o AUTORES: PROFESSORA DE
LÍNGUA PORTUGUESA E BIBLIOTECÁRIA
o DURAÇÃO: DOIS MESES
Justificativa
Buscando estratégias em relação às metodologias que utilizam a ludicidade para
a promoção da aprendizagem, a E.M. E.F. Oswaldo do Reis, na Área de Língua
Portuguesa e com auxílio da Bibliotecária, decidimos trabalhar o tema
relacionado à contação de histórias com intuito de ensinar a arte da narração de histórias,
objetivando uma reflexão por parte dos alunos sobre a importância desse ato
milenar. A falta de ações garante-lhe muitas vezes o fracasso na
comunicação com os alunos, no estabelecimento da relação afetiva propícia à
aprendizagem e outros fatores relevantes para o processo educativo. Assim, é
fundamental buscar novas alternativas metodológicas que possibilitem ao
professor o desenvolvimento de habilidades e competências para trabalhar com a
linguagem seja escrita ou oral e, através destas, garantir o acesso dos alunos
à cultura, como um bem universal a ser usufruído e desencadeador da produção de
novos conhecimentos.
APRESENTAÇÃO
A alegria de contar histórias
As histórias são
patrimônios da humanidade e é ouvindo estas por um bom contador que se pode
transportar para vários mundos imaginários. Pensando nesse desenvolvimento de
ouvir e (re)criar do aluno, que pretendemos por em prática através do projeto ‘’ERA UMA VEZ NOS NONOS ANOS’’ como uma maneira de
contribuir ao desenvolvimento cognitivo. As aulas serão baseadas em
experiências dos próprios alunos etc. E dessa forma, o currículo será
contextualizado e interdisciplinado, e as histórias envolveriam os conteúdos,
de acordo com cada uma que fosse contada.
Contar histórias é atividade muito
antiga. Até os profetas já falavam dela. Assim, o mais importante que o homem
acumulou de sua experiência foi sendo comunicado de indivíduo a indivíduo, de
povo a povo. Contar em latim é computare, abreviado de comptare, do qual se
originou o vocábulo francês compter. Então contar é o compito ou conto dos
fatos (GÓES, 1991, p.125).
Contar história desenvolve as possibilidades de apreensão dos significados do
mundo em que os jovens estão inseridos. Este projeto pode auxiliar na
aprendizagem por apresentar características únicas de descontração, atenção,
alegria entre outras tantas habilidades que possam fazer o aluno apreender o
sentido das coisas pelo modo lúdico. Sobre isso, Abramovich, diz “O ouvir
histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o
teatralizar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir
de novo (a mesma história ou outra). Afinal, tudo pode nascer dum texto criar
asas e estimular a aprendizagem” (ABRAMOVICH, 1994, p. 23).
Ou seja, tanto a criança quanto o jovem desenvolve-se seu ser se for estimulada
exteriormente e a contação de história viabiliza esta interação colocando ambos
em confronto consigo mesma para distinguir o real do imaginário. Dentre as
habilidades desenvolvidas pelos mesmos através do que houve nas histórias são
destacadas por Dohme (2005, p.19) alguns aspectos relevantes, tais como:
- Caráter:as
histórias com heróis, conteúdos que proporcionam lições de vida, fábulas em que
o bem prevalece sobre o mal. Por meio das histórias, principalmente, os meninos
se defrontam com situações fictícias e com isso adquirem vivências e
referências para montar os seus próprios valores;
- Raciocínio: as
histórias mais elaboradas, os enredos intrigantes, agitam o raciocínio da
criança e do jovem;
- Imaginação: o
exercício da imaginação traz grande proveito aos jovens, porque atende a uma
necessidade muito grande que eles têm de imaginar. As fantasias não são somente
um passatempo; elas ajudam na formação da personalidade na medida em que
possibilita fazer conjecturas, combinações, visualizações como tal coisa seria
“desta” ou de “outra” forma.
- Criatividade: uma
vez que a criatividade é diretamente proporcional à quantidade de referências
que cada um possui, quanto mais “viagens” a imaginação fizer, tanto mais
aumentará o “arquivo referencial” e, conseqüentemente, a criatividade.
- Senso Crítico: as
histórias atuam como ferramentas de grande valia na construção desse senso
crítico, por meio delas os alunos tomam conhecimento de situações alheias à sua
realidade, uma vez que podem “navegar” em diferentes culturas, classes sociais,
raças e costumes.
- Disciplina: é
entendida como aceita e praticada espontaneamente pela criança/jovem e não como
algo imposto inquestionavelmente pelo educador. No momento que se trabalha com
o que realmente gosta, quando sente que foi preparada especialmente para elas,
as chances de se ter posturas atentas e participativas aumentam muito.
É com essa perspectiva que o projeto ‘’ERA UMA VEZ NOS NONOS ANOS’’ visa contribuir na
formação dos alunos, seja na formação de novos leitores, seja como cidadãos
etc.
É bom saber que uma história bem
contada surpreende as pessoas, tem o poder de quebrar a rotina e trazer a magia
à tona; estimula-se a criatividade, rompem-se barreiras, desvendam-se
mistérios, abrem-se portas e pode ser tão especial e marcante para o ouvinte
que chega a influenciar na sua maneira de pensar e agir.
E sobre este encantamento , novamente o autor afirma,“Para contar
uma história é preciso saber como se faz, afinal podem se descobrir sons e
palavras novas, e por isso é importante que se tenha uma metodologia específica.
É preciso que quem conte, crie um clima de envolvimento, de encanto, e saiba
dar pausas necessárias para que a imaginação da criança – afinal de contas os
alunos dos 9º anos , irão contar
histórias principalmente para crianças – para que elas possam ir além
e construir seu cenário, visualizar seus monstros, criar os seus dragões,
adentrar pela sua floresta, vestir a princesa com a roupa que está inventando,
pensar na cara do rei... e tantas outras coisas mais...” (ABRAMOVICH, 1994, p.
20). Daí a necessidade de se planejar bem todos os passos desse
projeto, desde à apresentação à execução das tarefas.
OBJETIVO GERAL
Utilizar-se da leitura, através da contação de histórias, como
metodologia para o desenvolvimento dos sujeitos e melhoria de seu desempenho
escolar, respondendo a necessidades afetivas e intelectuais pelo contato com o
conteúdo simbólico das leituras trabalhadas.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
- Valorizar o livro como fonte de conhecimento e
entretenimento;
·
Propiciar conhecimentos e reflexão as diversas
formas de se trabalhar com crianças e
adolescentes;
·
Enfocar o ato de contar história como uma das
possibilidades de se criar vínculos afetivos, transmitir valores, estimular a
aprendizagem e desenvolver a imaginação.
·
Formar leitores desde cedo e valorizar a escuta de histórias;
- Oportunizar momentos
prazerosos em grupo;
- Enriquecer o imaginário,
ampliar o vocabulário, além de familiarizar a criança e o jovem com a
leitura;
- Apropriar–se de histórias de
seus antepassados para compreender o presente;
- Entender, analisar
criticamente e contextualizar a natureza da linguagem como fonte de
transmissão de conhecimento;
- Identificar-se como usuário
e interlocutor de linguagens que estruturam uma identidade;
METODOLOGIA
Contar
história é uma forma de o homem dar continuidade a sua cultura, suas
descobertas sua espécie. A metodologia do projeto foi realizada nas aulas
de língua portuguesa e contará com as seguintes atividades.
O primeiro passo foi divisão das equipes de trabalho. Cada equipe ficará
responsável por uma turma do 1º ao 5º ano
e com livros escolhidos pelas professoras dos anos iniciais.
O segundo passo foi pesquisar como se faz uma contação, o que seria usado para
tal apresentação.
No terceiro passo iniciaram os ensaios.
Algumas fontes serão consultadas, como: livros (visitas à biblioteca escolar), internet.
Cada
equipe vai usar: cartazes, fantoches,
figurinos, instrumentos musicais etc.
E, por fim a
realização do evento que contará com a presença de crianças da escola. Os
integrantes de cada grupo se sentarão juntos, e as crianças se distribuirão
entre os grupos. Sempre que for contar uma história, o grupo deve apresentar
qual é a origem de sua história. Se preferir, cada grupo escolhe como prefere
contar as histórias: sentado, em pé, no centro da roda etc.
Dicas importantes para os contadores de
histórias:
* Para começar a
história o contador pode se utilizar de recursos como: cantar uma música, ler
um poema, acender uma vela, tirar um pequeno objeto de um baú ou simplesmente
sentar-se em silêncio;
* Um bom
contador de histórias tem que ter sempre várias delas na ponta da língua;
* Recomenda-se
que o contador aprenda a idéia central da história;
* Um bom
contador é fiel a história usando suas próprias palavras, com naturalidade e de
um jeito só seu.
* A voz assume
grande importância no ato de contar histórias;
* Uma narrativa
interessante, que envolve todos, se faz com o uso de recursos vocais de
modulação de voz (sons mais graves e mais agudos), variação de intensidade
(falar mais alto e mais baixo), onomatopéias (sons de vento, chuva, relógio,
etc.). Essas variações vocais dão movimentos à palavra e ritmo à narrativa;
* Música e
instrumentos musicais podem ser usados para complementar a narrativa,
estimulando a audição de maneira diferente do texto.
* O olhar do
contador estabelece um vínculo com seus ouvintes. O olho no olho é fundamental,
é com o olhar que o contador pesca seus ouvintes;
* Manter a
coluna ereta, não ficar balançando os pés, não coçar o nariz ou ficar arrumando
muito o cabelo durante a narrativa!
PARA COMEÇAR
A HISTÓRIA
“Há muito tempo
atrás, na terra dos sonhos...”
“Há muito tempo
atrás antes de qualquer um de nós ter nascido...”
“Em uma terra
muito distante daqui...”
“Meu avô me
contou esta história...”
“Neste livro tem
uma história...”
E PARA
TERMINAR A HISTÓRIA
“E essa, meus
amigos, é a história...”
“Essa história é
real, e se não fosse deveria ser...”
“Essa história acabou, e quem quiser que conte
outra...”
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CRONOGRAMA
MÊS DE ABRIL
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MATUTINO
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VESPERTINO
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DIA
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AULA
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TURMA
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DIA
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AULA
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TURMA
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10
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5ª
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11
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11
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1ª
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13
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11
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2ª
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12
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18
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2ª
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22
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17
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5ª
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21
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20
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2ª
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23
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18
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2ª
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31
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25
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1ª
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32
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24
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5ª
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41
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27
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2ª
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33
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25
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2ª
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42
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28
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4ª
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43
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28
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3ª
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51
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28
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5ª
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53
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28
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4ª
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52
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Avaliação
Pretende-se realizar o presente projeto partindo do pressuposto de que a ação
de contar histórias deveria ser utilizada dentro do espaço escolar, não somente
com seu caráter lúdico, muitas vezes exercitado em momentos estanques da
prática, como a hora do conto ou da leitura, mas deveria adentrar a sala de
aula, como metodologia que enriquece a prática docente, ao mesmo tempo em que
promove conhecimentos e aprendizagens múltiplas.
E mediante a hipótese
levantada, espera-se que estimulando as crianças e os jovens a imaginar, criar,
envolver-se é um grande passo para o enriquecimento e desenvolvimento da
personalidade. Por isso que é de suma importância a contação de histórias, onde
esta pode interferir positivamente para a aprendizagem significativa, pois o
fantasiar e o imaginar antecedem a leitura.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Loyola, 2006.
ABRAMOVICH,
F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 4ª ed. São Paulo: Scipione,
1994.
COELHO, N. N. Literatura: Arte, Conhecimento e Vida.
Petrópolis: Fundação Petrópolis, 2000
DOHME, V. Técnicas de Contar Histórias. São Paulo: Informal
Ed., 2005.
FONSECA, Adriana Beatriz da Silva. “Era
uma vez...”: o contar histórias como prática educativa na formação
docente. Uberaba: UNIUBE, 2004. Dissertação de Mestrado
GAUTHIER, C. Por uma teoria da
Pedagogia. Rio Grande do Sul: Unijuí, 1998.
GOÈS, Lucia Pimentel. Introdução
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KIERAN, E. O uso da narrativa
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MACHADO, R. Conto de tradição oral. São Paulo: FDE, 1994.
MADEIROS, L. S. Leitura no
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Disponível em:http://www.pedagogia.com.br/artigos/leitura.
Acesso em 14 out. 2009.
PRIOLLI, J. Fraldas e livros. Nova
Escola. Edição Especial Leitura, nº 18. São Paulo: Abril, 2008.
STEFANI, R. Leitura que espaço
é esse? Uma conversa com educadores. São Paulo: Paulus, 1997.
VERDINI, A. S. A sala de aula como
espaço de leitura significativa. Leia Brasil.2006. Disponível em:
http://www.leiabrasil.org.br/doc/doc_suporte/leitura_significativa.doc.
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